sábado, 3 de outubro de 2009

Empate contra os "Lobos" tem gosto de derrota

No último domingo, 27/10, o MaXIXe encarou os sempre favoritos ao vice-campeonato, o Impróprio Para Menores (IPM). O MaXIXe nunca vencera o time azul-prateado, que entrou em quadra desfalcado do seu goleiro/capitão/treinador/cartola/bloggeiro Felipe Michel, contundido em peladinha antes mesmo do início do Clausura 2009 e de Felipe Melo, expulso na rodada anterior, cumprindo suspensão.

O jogo se iniciou equilibrado, com chances para os dois lados, tendo o MaXIXe marcado primeiro com Samuel. A posse de bola foi predominantemente do IPM, que não conseguia sair jogando com a marcação avançada do MaXIXe e trocava passes em seu campo de defesa, sem qualquer ameaça ao gol alvi-verde. No entanto, em falha na saída de bola do goleiro João, a pelota acabou caindo nos pés de Pilha, de frente para o gol, que não perdoou e empatou a partida. O MaXIXe não se abateu como outrora e Sorriso colocou o alvi-verde na frente pouco tempo depois, chutando de fora da área.

O primeiro tempo encerrou-se com a "zebra" em vantagem, porém o IPM empatou no princípio do segundo tempo em jogada de escanteio, com Toninho empurrando para dentro a sobra na área. Em seguida, o jogo tornou a ficar equilibrado, até que o IPM resolveu entrar com Daniel de goleiro-linha, objetivando virar a partida com seus chutes fortes e precisos de longa distância, aproveitnado também a conhecida deficiência do MaXIXe na marcação deste tipo de jogada. No entanto, dessa vez a marcação alvi-verde foi eficiente: Daniel conseguiu chutar apenas uma bola para gol, e mesmo assim prensada. As demais tentativas foram frustradas pela marcação avançada e inteligente do MaXIXe, tendo como principal ator Tiozão, demosntrando excelente preparo físico.

Além disso, o MaXIXe demonstrou fôlego no final da partida e foi para cima do adversário, forçando o goleiro-linha a permanecer debaixo das traves. E foi exatamente debaixo das traves, na linha do gol, que Daniel frustrou o que seria a primeira vitória do MaXIXe perante os veteranos imediatos, em defesa milagrosa, no contra-pé, após chute de Samuel. O término da partida deixou um gosto de derrota poara ambos lados: ao IPM porque o MaXIXe era, até pouco tempo atrás, 3 pontos garantidos; e ao MaXIXe porque ficou clara a possibilidade vencer com os lances de ataque no final do jogo. 

Que venham os mouros!


sábado, 26 de setembro de 2009

MaXIXe segue rumo ao título 2009/2

No último domingo, dia 20/09, o adversário superado foi o combinado de egressos do Abutres. A vitória garantiu ao MaXIXe o segundo lugar no grupo A da competição, mas poderia ter sido melhor... O alvi-verde deixou escapar a liderança do grupo no saldo de gols.

O primeiro tempo da partida pode ser definido, abandonando-se a linguagem jornalística, como "horroroso". As duas equipes praticamente não se atacaram, não realizaram nenhuma jogada, erraram diversos passes. O primeiro gol saiu de um chute despretencioso de Bola, atrás da linha de meia-quadra, em falha do goleiro Fernando. Em seguida, o Abutres virou a partida com dois gols oriundos de falha de marcação do MaXIXe e bate-rebate dentro da área, respectivamente. No entanto, outro disparo de longe de Bola empatou a partida e uma falta cobrada por Rafa Marquez, também atrás da linha de meia-quadra, encerrou o primeiro tempo com placar favorável ao alvi-verde.

No início do segundo tempo, a vitória parecia garantida: o MaXIXe detinha praticamente toda a posse de bola, trocando passes no seu campo de defesa, somando-se ainda o fato de que o adversário tem a fama de cansar no sgundo tempo. Bola fez mais dois gols chutando de longe e Tiozão, que entrou bem no segundo tempo, fez um gol depois de rebote dentro da área e em seqüência marcou a saída de bola do adversário, roubou-a e fez seu segundo gol, o sétimo do MaXIXe.

O placar elástico até então (7 X 2) era confortável, porém o Abutres resolveu entrar com Thiago Alvim na posição de goleiro-linha, em uma tentativa desesperada de reverter a situação. Nesse instante, uma falta próxima à área dos egressos, cobrada rasteira por Bola, ampliou ainda mais o placar para o MaXIXe. O placar de 8 X 2 garantiria a liderança do grupo, conforme foi constatado após os outros jogos da rodada...

Os tradicionais Abutres não desistiram e foram ao ataque com seu goleiro-linha: Thiago Alvim marcou 4 dos 5 gols sofridos pelo MaXIXe consecutivamente, chutando de longe, sendo o último deles a 30 segundos do final da partida. Sendo assim, a partida terminou com mais uma vitória apertada, por 8 X 7, com Bola na artilharia do campeonato (8 gols marcados), MaXIXe em segundo lugar do grupo (atrás apenas dos XXIItas), com a classificação praticamente assegurada e no seu caminho ao título. O próximo adversário será o atual e eterno vice-campeão IPM.

domingo, 13 de setembro de 2009

Sufoco Recompensado

Depois da intensa concentração para o jogo de estreia no sítio do Perrout, que inclusive contou com a ilustre presença do professor Igor Viveiros e de alguns xoxoteiros, chegava o momento da estreia do alviverde no torneio. Alguns jogadores resolveram caprichar mais ainda na preparação e tomaram uma cervejinha no café da manhã, para garantir o desempenho máximo no jogo que estava por vir. Bernardo “Sorriso” Loureiro não se apresentou para o jogo, por problemas de saúde. O Centro de reabilitação esportiva do Maxixe está cuidando do atleta, que depois do churrasco desse fim de semana, provavelmente também sofre de dor de cotovelo.

Os adversários, apesar de ainda não terem um uniforme definitivo, jogaram com as clássicas cores do Onze com Álcool, o uniforme orange-noir, como eles gostam de chamar. Mas vamos ao que interessa: bola rolando.

O jogo começou bastante intenso. Logo de cara, o Maxixe já despontou à frente no placar. Mas o jogo prometia muito mais. Logo veio o gol de empate dos egressos, num lance de muita esperteza dos experientes adversários. Um dos veteranos, já dentro da área, fez um corta-luz numa bola chutada do meio da quadra. O goleiro, enganado e impotente, só observou o gol e a comemoração do outro time. E logo depois veio a virada do Atecubanos XI.

Mas o Maxixe não desistiria assim tão fácil. Da mesma forma como tomou uma virada rapidamente, mostrou poder de fogo, e “revirou” a partida num curto espaço de tempo. 3 a 2 para o Maxixe, e a calma voltava a reinar na parte branca e verde da quadra. Mas o final do primeiro tempo também foi extremamente intenso. Os veteranos empataram, o Maxixe novamente tomou a liderança e houve novo gol de empate. Tudo isso num espaço de tempo de mais ou menos 2 minutos. E assim chegou o intervalo, com a partida empatada em 4 a 4.

Na volta do intervalo, o alviverde aparentava ter se organizado, e abriu uma diferença de 3 gols, deixando o marcador em 7 a 4. A fatura parecia liquidada. Parecia.

Os adversários marcaram o quinto gol, e depois o sexto. O jogo, que parecia ganho, estava mais aberto que nunca. A partida ficou mais disputada. Talvez, inclusive, violenta. O exemplo do primeiro tempo, que foi marcado pelo fair play de ambas as equipes, sem qualquer falta marcada, não foi copiado na segunda etapa. Várias faltas foram marcadas e outras tantas cometidas e simplesmente ignoradas pela fraquíssima arbitragem (a pior já vista pelo Maxixe, em seus quase 3 anos de CSAPÃO), que deixava o jogo correr o tempo todo e parecia desconhecer a utilidade dos cartões amarelo e vermelho. Outra proeza que o árbitro repetiu o tempo todo foi deixar os times continuarem jogando quando não ouviam ou não entendiam suas marcações, até que alguém, 30 segundos depois, olhasse para ele e descobrisse que nada estava valendo.

Durante o sufoco, o alviverde csapiano conseguiu ampliar o placar, para 8 a 6 e dar um mínimo de tranquilidade para a nação verde e branca. Por pouco tempo. Logo, o time do Atecubanos XI marcou o sétimo gol e foi para cima com tudo. Quase conseguiram o gol de empate, mas a partida teve seu fim decretado. E o Maxixe estreou com vitória. E uma vitória suada, como é mais gostoso que seja.

Ficou claro que o time não estava no melhor de sua condição. Alguns maxixenses tinham a agilidade de uma orca encalhada, mas isso provavelmente é reflexo da concentração da equipe, à base de (muita) cevada. O próximo jogo será no fim de semana que vem, contra os veteranos da Esquadrilha Abutre. Samuel e João estarão ausentes, mas o plantel do Maxixe certamente é capaz de suprir suas ausências. Que venham os Abutres!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Recomeço das Atividades

O CSAPÃO tem seu reinício marcado para o próximo domingo, dia 13 de setembro. O reinício do campeonato, que na verdade já havia sido marcado há algum tempo, não havia sido divulgado nesse blog por ainda estarmos esperando a tabela do campeonato ser divulgada. E eis que no começo dessa semana a tabela foi liberada, em formato inédito, com 13 times. E surpresa: no dia seguinte, um comunicado de Samir Moyzés (uma vez Flamengo, blá, blá, blá) anunciava que o campeonato contaria apenas com 12 times, como das últimas 4 vezes. A novidade era a fusão entre as equipes do Onze com Álcool e Atecubanos (mais detalhes em http://xicomalcool.blogspot.com/2009/09/fusao-entre-xi-com-alcool-e-atecubanos.html). A equipe palíndroma (créditos ao blog do Xxiitas pela rebuscada palavra), que não atuava desde o primeiro semestre de 2007, juntou-se ao maior vencedor da história do torneio csapiano.

Agora há pouco, foi anunciada a tabela oficial do torneio. E a estreia do glorioso alviverde csapiano será logo contra o (ainda sem nome) combinado de XI com Álcool e Atecubanos. No único torneio em que Maxixe e Atecubanos foram contemporâneos, essas duas equipes não se enfrentaram. A equipe do XI com Álcool, entretanto, é velha conhecida do Maxixe. Foram dois jogos (ambos realizados em 2008) contra os veteranos, sendo que o Maxixe ainda busca a primeira vitória contra eles. O jogo realizar-se-á às 11 horas da manhã de domingo. O palco do torneio será a tradicional quadra da Tropical.

Outra novidade para esta edição do campeonato é a dissolução da equipe do Black Jack. A maior parte dos atletas da extinta equipe buscou novos times para jogar. O Maxixe, entretanto, segue sendo um time puro-sangue, isto é, conta somente com jogadores provenientes do XIX CSAP.

O grupo A do torneio está composto por: Maxixe, Abutres, João XXIII, IPM, Atecubanos/Onze com Álcool e Xxiitas. Dentre esses, o Maxixe já jogou contra os Abutres (1 vitória e 1 derrota), João XXIII (1 vitória) e IPM (ainda perseguimos a primeira vitória contra este). O caso do novo combinado já foi explicado e os Xxiitas até o momento, ainda não enfrentaram a fúria alviverde.

O grupo B, por sua vez, é composto por: 171, Bento XVI, Galáticos, Deztemidos, Xoxota e Xxivas. Os calouros do XXIV CSAP formaram esta última equipe, que, dificilmente perderá a carinhosa alcunha de Bambi. Eles são os únicos deconhecidos do Maxixe no grupo.

A primeira rodada será:

Horário

Grupo A

Grupo B

09:00

IPM x João XXIII

Bento XVI x Xxivas

10:00

Abutres x Xxiitas

Deztemidos x Xoxota

11:00

Maxixe x Atecubanos

171 x Galáticos

O glorioso alviverde fará sua concentração no sítio Perroutiano e só chegará à quadra momentos antes da partida, depois da preleção que deverá ocupar a tarde e a noite de sábado e a manhã de domingo. Veremos o que o futuro nos reserva. A intenção é alçar voos altos.

domingo, 26 de abril de 2009

O Sonho Acabou, Mas De Forma Honrosa

Domingo, 26 de abril de 2009. Dia da estreia do Maxixe nos playoffs do CSAPÃO. Jogo histórico pela campanha que o precedeu, pela quebra do elo com o passado sombrio do time e pelas cervejas que ele rendeu aos jogadores (3 engradados e 2 caixas de cerveja em apostas ganhas de quem duvidou que o alviverde passaria da primeira fase). Seria o jogo mais importante da história do time. Todos foram proibidos de sair no sábado à noite, era máxima a concentração dos jogadores. Foco total e vontade de classificar para as semi-finais.

A ansiedade terminava. Finalmente, o Maxixe iria jogar uma partida de playoff. Os adversários: a tradicional equipe dos Deztemidos. O Maxixe tinha uma novidade: Rafa Marquez, ausente durante toda a primeira fase (porém devidamente inscrito no torneio), fazia seu primeiro jogo no ano. Logo nos primeiros instantes de jogo, já se percebia que a marcação seria a tônica do jogo. As duas equipes começavam muito fechadas no campo de defesa, não deixando espaços para os adversários, e dificultando a criação de jogadas. Percebia-se que o jogo seria duro e truncado.

Após pedir tempo, ainda no começo da primeira etapa, a equipe de azul abriu o marcador. No entanto, mesmo com toda a dificuldade imposta pelos adversários, Chicão marcou o gol de empate. Momento de respirar mais aliviado, mas não de relaxar. O jogo não permitia tamanho luxo. Pouco depois do gol de empate, Bola virou a partida a favor do Maxixe. Os adversários do alviverde, entretanto, não se abateram e marcaram o gol de empate. E assim terminou o primeiro tempo.

O começo do segundo tempo foi vergonhoso para o Maxixe. Apesar de nenhum gol ter sido sofrido (e de boas defesas do goleiro João Gabriel, que fez bela apresentação), a equipe errava demais e não conseguia jogar. Depois de pedir tempo técnico, o alviverde csapiano melhorou sua performance em quadra, mas não suportou a pressão e sofreu o terceiro gol do Deztemidos. Era hora de Sorriso mostrar a que tinha ido ao jogo. Ele marcou o gol de empate, e o jogo, muito duro e disputado, com muitas chances para ambos os lados, teve seu tempo regulamentar encerrado. A regra mandava acontecer prorrogação, em dois tempos de 5 minutos e disputa de pênaltis.

No comecinho da prorrogação, um chute de fora da equipe dos Deztemidos tirou a igualdade do placar. João, encoberto, só viu a bola (fácil de defender se pudesse ser vista desde o princípio) quando ela já estava quase dentro do gol e nada pode fazer. Após pouco progresso do time dezenovecsapiano, sem granes chances, o juiz decretou o fim da primeira etapa da prorrogação. Estavam por vir os cinco minutos mais decisivos que o Maxixe jogaria.

O segundo tempo da prorrogação foi recheado de emoções. Logo de cara, os adversários de azul aumentaram o marcador para 5 a 3. A única opção do Maxixe era colocar um goleiro-linha. Bola assumiu a posição (já ocupada por ele em outras edições do campeonato). Após isso, o Maxixe pressionou o tempo todo. Até que Sorriso encontrou o quarto gol da equipe e devolveu esperança à nação alviverde. A pressão continuava, com todos os dez jogadores em um só campo da quadra. Até que numa roubada de bola a equipe dos Deztemidos se encontrava em condições de fazer o gol. Depois de ser driblado, ainda perto do círculo central, Bola se viu obrigado a abraçar a perna do adversário para que este não ampliasse a desvantagem maxixense. O lance surtiu efeito e Bola recebeu somente cartão amarelo. O jogo ainda prosseguiu com o Maxixe focado em tentar empatar a partida. Uma bola que caprichosamente bateu na trave foi a última finalização do Maxixe. O juiz determinava o fim do jogo. 5 a 4.

Apesar do resultado desfavorável, os jogadores saíram de quadra com a cabeça erguida. Ficava a satisfação dos tabus quebrados e da sensação de que cada um fez o máximo que podia. Simplesmente não era o dia. Os confrontos da semi-final ficaram decididos da seguinte maneira: o Bento XVI, que goleou o todo-poderoso Xoxota por 7 a 2 contrariando todas as previsões, enfrentará nossos algozes, os Deztemidos. Do outo lado, o IPM, que venceu por 5 a 2 o (surpreendentemente pacífico) clássico contra os Galáticos tentará chegar às finais contra os Xxiitas, que marcaram 13 gols sobre o 171 (que, por sua vez, marcou 6). É isso! Parabéns a todos os guerreiros de verde e branco, nosso muito obrigado pela raça nos jogos e pelos resultados inesperados conquistados.

Alguns destaques merecem ser feitos. Os atacantes do Maxixe fizeram a diferença nessa edição do campeonato. Dos 37 gols marcados pelo time, 26 foram marcados por Chicão ou Sorriso. O primeiro encerrou sua participação na competição como artilheiro do time, com 15 gols e por isso ganhará uma caixa de cerveja, prometida pelo capitão João Gabriel. Já Sorriso, mesmo sendo teoricamente “reserva” do time, marcou 11 gols ao longo do torneio. O último deles, inclusive, foi o centésimo gol da história do alviverde e merece especial atenção. Parabéns aos dois!